quarta-feira, 17 de agosto de 2016

sábado, 13 de agosto de 2016

Brasil - Olimpíadas Rio 2016


Flavia Saraiva conquistou a torcida brasileira na Olimpíada do Rio e nem mesmo os atletas do Time Brasil conseguem resistir ao carisma da ginasta. Finalista na barra de equilíbrio, a pequena Flavinha posou para uma foto, nesta sexta-feira, ao lado do grandão Alison, do vôlei de praia, classificado para as oitavas de final ao lado do seu parceiro Bruno Schmidt.

Texto e imagem reproduzidos do site: extra.globo.com

Brasil - Olimpíadas Rio 2016 - Futebol Feminino.

Brasil vence nos pênaltis e está na semi da Rio-2016.
Marta perde cobrança, mas goleira Bárbara garante a
classificação contra a Austrália com duas defesas.
Foto e Legenda reproduzidas do site: veja.abril.com.br

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Ivo Pitanguy morre no Rio aos 93 anos (06/08/2016)

Publicado no G1 Rio, sábado, 06/08/2016.
Ivo Pitanguy morre no Rio aos 93 anos
Cirurgião plástico sofreu parada cardíaca e faleceu 
em casa no fim da tarde...

Ivo Pitanguy conduziu a tocha olímpica na sexta (5).
Foto: Alessandro Buzas/Futura Press/Estadão Conteúdo.

Jaqueline Carvalho, musa da seleção brasileira de vôlei



quinta-feira, 14 de julho de 2016

Luto no Cinema - Morre Hector Babenco (1946 - 2016)

Morre Hector Babenco, diretor de 'Pixote' e 'Carandiru', aos 70, 
em SP. Indicado ao Oscar pelo filme 'O Beijo da Mulher Aranha',
 cineasta sofre parada cardíaca em casa.
Fonte: folha.uol.com.br

Nasa divulga primeira imagem após Juno entrar na órbita de Júpiter

Imagem feita pela JunoCam no dia 10
de julho mostra Júpiter e três das quatro luas do planeta.
Foto: NASA/JPL-Caltech/SwRI/MSSS.

Publicado originalmente no site G1, em 13/07/2016.
Nasa divulga primeira imagem após Juno entrar na órbita de Júpiter
Isso significa que equipamento está funcionando bem.
Imagens em alta resolução ainda devem demorar algumas semanas.
Do G1, em São Paulo.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Após 5 anos de missão, sonda da Nasa entra na órbita de Júpiter

Publicado originalmente no site G1, em 05/07/2016.

Ilustração da Sonda Rosetta se aproximando
do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko (Foto: Spacecraft:
ESA/ATG medialab; Comet image:
ESA/Rosetta/NavCam – CC BY-SA IGO 3.0).

Após 5 anos de missão, sonda da Nasa entra na órbita de Júpiter.

Operação custou US$ 1,13 bilhão ao governo dos Estados Unidos.
Sonda Juno decolou em agosto de 2011 da Terra e atingiu objetivo.

Do G1, em São Paulo

Apos 5 anos de viagem, a sonda Juno entrou com sucesso na órbita de Júpiter, o maior planeta do sistema solar. Com transmissão ao vivo pela internet, a equipe na Nasa comemorou a inserção na magnetosfera à 0h54 desta terça-feira (5).

A sonda se aproximou sobre o pólo-norte do planeta, mostrando uma perspectiva inédita do sistema de Júpiter - incluindo as suas quatro grandes luas. Um laboratório da Nasa localizado em Pasadena, na Califórnia, administrou a missão Juno, chefiado pelo pesquisador Scott Bolton, que também ajudou a levar uma sonda a Saturno.

Esta é a primeira vez que Júpiter será visto abaixo da cobertura densa de nuvens. Por isso o nome Juno, uma homenagem à deusa romana que era esposa de Júpiter. As informações são da agência espacial americana.

Lançada em 5 de agosto de 2011, a sonda percorreu 716 milhões de quilômetros - quase 18 mil voltas na Terra - até o planeta e deve voltar a solo, se nada der errado, em 20 de fevereiro de 2018. Juno tem 3,5 metros de altura e 3,5 metros de diâmetro e é movida a energia solar, com uma velocidade que supera 265 mil km/h.

Todo o programa custou US$ 1,13 bilhão. A Juno foi a primeira missão que levou uma nave movida a energia solar comandada a partir da Terra, além de orbitar de pólo a pólo de um planeta. Nenhuma outra sonda chegou, até agora, tão perto da superfície de Júpiter.

Funcionários da Nasa comemoram a manobra 
da sonda Juno na órbita de Júpiter (Foto: Reprodução/Nasa).

O campo magnético do planeta é 20 mil vezes mais forte que o da Terra. Por isso, o grande perigo para visitar Júpiter com uma nave espacial. Outra questão é o fato de que a Juno não foi projetada para operar dentro de uma atmosfera e passará por um período de “queimação” enquanto estiver orbitando.

Segundo a Nasa, o principal objetivo da missão é entender a origem e a evolução do planeta. Conhecer o que há abaixo da densa cobertura de nuvens. Com um conjunto de instrumentos, a sonda vai investigar a quantidade de água e amoníaco na atmosfera profunda. Recentemente, já foi possível avistar a aurora boreal do planeta.

 Imagem ilustrativa de Juno perto de Júpiter  (Foto: Nasa).

Texto e imagens reproduzidos do site: g1.globo.com/ciencia

sábado, 14 de maio de 2016

Sargento da PM adota criança que nasceu dentro de viatura.


Publicado originalmente no site G1 SE., em 09/05/2016.

Sargento da PM adota criança que nasceu dentro de viatura.

Criança foi adotada recém nascida em 2009.
'Samara é um exemplo de vida', diz sargento que adotou criança.

Do G1 SE.

A sargento Polícia Militar de Sergipe,  Simone Linhares, comemorou o Dia das Mães com a pequena Samara de apenas 6 anos que ela adotou. A menina nasceu dentro de uma viatura da Polícia Militar em dezembro 2009.

“Eu estava patrulhando, próximo à avenida Euclides Figueiredo [zona norte de Aracaju], quando avistei uma mulher em via pública, em trabalho de parto. Daí eu me aproximei e perguntei se ela estaria precisando de algum apoio. Ela disse que precisava chegar até a maternidade. Eu a conduzi, no veículo da Radiopatrulha, até a Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, mas aí, chegando na entrada da unidade, ela acabou dando à luz a criança dentro da viatura”, relatou a sargento que trabalha há 23 anos na Corporação.

A história de amor entre elas estava apenas começando. “Quando eu a entreguei na maternidade, a mãe biológica pediu para o guarda me chamar e dizer que ela não teria interesse e que a menina era minha. A princípio eu fiquei assustada e sem saber o que fazer, porque eu sou separada, já tenho um filho e não pretendia ter mais um. Mas aí, quando eu vi a menina, ela abriu os olhinhos e a pediatra me comoveu dizendo que ela parecia estar me pedindo socorro. O bebê teve alta por volta das 9h da segunda-feira, junto com a mãe. Eu coloquei a farda, fui à maternidade, deixei a mãe em casa e me dirigi com a criança ao Fórum da Infância e da Juventude”, contou.

Para a angústia da militar, uma assistente social informou-lhe que ela teria de perder a criança para o primeiro casal da fila de adoção ou poderia assumir o risco de passar um mês com a recém-nascida e sofrer consequências futuras. “Eu preferi correr o risco, apesar de a menina ter sido fruto de uma mulher que usava droga, álcool e era prostituta”, revelou a sargento, que precisou entrar na fila de adoção e constituir advogado, uma vez que a Justiça exigia da adotante residência fixa, emprego fixo e um esposo.

“Por eu ser separada e não ter marido, a juíza achou um problema. Então eu perguntei a um amigo casado, que já era pai de quatro filhos, se ele poderia ser o pai de minha filha. Ele não pensou duas vezes: dirigiu-se ao fórum e hoje ele é o pai da minha filha, do mesmo jeito que eu sou a mãe. Foram muitos os entraves até que a adoção fosse legalizada”, lembrou Simone Linhares, emocionada.

Apesar das dificuldades na fase de adoção, a sargento evidenciou o apoio do major Vítor, então capitão e comandante do Batalhão de Radiopatrulha, e de membros da Assembleia Legislativa. “Sensibilizado ao me ver perdendo noites e levando minha filha diariamente ao banco de leite, major Vítor me liberou de alguns serviços para que eu pudesse ficar em casa tomando conta da criança. O auxílio maternidade só foi conquistado após apelo à Assembleia Legislativa, quando os deputados Angélica Guimarães, Conceição Vieira e Adelson Barreto criaram uma emenda concedendo os seis meses de licença maternidade”, acrescentou.

Ainda na primeira infância, as drogas e o álcool foram um obstáculo superado por Samara nessa corrida pela vida. Devido à mãe ser usuária de tais substâncias, a menina nasceu com resíduos no corpo, apresentando desmaios, tremedeiras e sustos frequentes. “Eu não entendia, a princípio, os motivos dessas reações, até que a pediatra me orientou a procurar um centro de tratamento para crianças que são geradas por mães usuárias de drogas, no bairro Siqueira Campos, em Aracaju. Eu fui por 15 dias, mas como não gostei, optei por cuidar dela com o pediatra, desintoxicando a corrente sanguínea dela até os três anos de idade”, explicou.

Atualmente Samara tem uma vida normal, estuda na 1ª série em uma escola da rede particular da capital e é uma aluna exemplar. Divide o lar com sua mãe e o irmão Hilton Linhares Neto, de 17 anos, estudante do 3º ano na mesma escola.

“A Samara é um exemplo de vida. Desde pequena ela me surpreende. Ela foi para a escola com um ano de idade, era menorzinha em relação aos coleguinhas de turma e eu achei que ela não fosse se adaptar. Ela se saiu muito bem na semana de adaptação. Hoje está na 1ª série e tem uma vontade enorme de vencer, de crescer. É muito inteligente apesar da idade dela e só tem me trazido felicidade”, concluiu.

*Com informações da Polícia Militar.

Texto e imagem reproduzidos do site: g1.globo.com/se/sergipe

domingo, 8 de maio de 2016

Semana decisiva para o futuro do BRASIL. (MAIO/2016)








Violência no Rio de Janeiro

Ana Beatriz Frade morreu em assalto no Rio de Janeiro.
Foto: Reprodução/Facebook.

Rio de Janeiro, 7 de maio de 2016.

Avó de jovem morta em arrastão no RJ lamenta perder para a violência.

Estudante foi baleada durante cerco de traficantes perto da Linha Amarela.
Vítima era do Rio, mas morava com os avós há três anos em Guarapari.

Mariah Friedrich, Rita Benezath e Danielle Saquetto
Do G1 ES e de A Gazeta.

Os avós da estudante Ana Beatriz Frade, 17 anos, morta durante um arrastão perto da Linha Amarela, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (7), saíram de Guarapari, no Espírito Santo, e foram para Petrópolis, no Rio de Janeiro, nesta tarde, para o velório e enterro da neta. A avó da vítima Teresa Frade conversou com o G1 e, desolada, lamentou perder a neta para a violência.

A jovem foi morta por um tiro durante um arrastão, na altura do bairro de Del Castilho, Zona Norte do Rio de Janeiro. O crime aconteceu depois que o viaduto de acesso à via expressa foi fechado por homens armados. A adolescente estava no banco do carona de um utilitário dirigido pelo padastro, quando o veículo foi atingido. Ainda havia outra criança numa cadeirinha no banco traseiro, que nada sofreu.

Por telefone, a avó de Ana Beatriz explicou ao G1 que o padrasto da neta foi encontrá-la assim que chegou de viagem. A garota, que era do Rio, morava há três anos em Guarapari, na Grande Vitória, com a avó e viajou ao Rio para passar o Dia das Mães com a mãe.

Durante o percurso, o padrasto furou o bloqueio dos traficantes e a adolescente foi atingida por um dos disparo e morreu. Teresa acrescentou que é muito difícil lidar com a perda da neta e lamentou a violência que continua a deixar vítimas pelo país. "É difícil", disse a avó.

Os amigos e familiares de Ana Beatriz também tem lamentado o crime em suas redes sociais."Mais uma vítima da violência, sempre é triste, mas quando acerta o seio da sua família é devastador", comentou uma prima, a estudante Camila Frade, em seu Facebook.

O amigo Patrick Silva, que tinha conversado com Ana Beatriz na noite anterior, ficou sabendo da morte por meio de um grupo no WhatsApp. "Eu acordei com a notícia que ela morreu. A gente tem um grupo e eu, na hora, achei que fosse brincadeira, pois tinha falado um dia antes com ela. Foi chocante", conta Patrick.

Os dois se conheceram no verão deste ano, em Guarapari e tinham marcado de se verem na próxima semana. Ele, que mora em Cachoeiro, diz que Ana sempre frequentava a casa dele e vice-versa. "Nos conhecemos há pouco tempo, mas ela era uma menina tão simpática e receptiva, que viramos amigos muito rápido. Ela era sempre muito carinhosa", lamenta o amigo.

O estudante Heitor Oliveira de Batista é amigo da jovem desde 2013, quando ela se mudou para Guarapari, e conta que a adolescente estava em sua casa nesta sexta-feira (6), até a hora de ir à rodoviária. "Ela estava bem animada com a viagem e para encontrar a mãe", relembra Heitor. A simpatia da menina também foi destacada pelo amigo. "Ela era muito gente boa. Vinha em minha casa quase sempre, pois tenho uma sobrinha que ela adorava visitar. Ana era muito bem humorada e humilde", afirma.

A jovem, que frequentemente ia ao Rio de Janeiro, falou com a mãe pelo Facetime na noite desta sexta-feira (6).

A amiga da vítima, Júlia Stefanon, informou que a menina mora com os avós em Guarapari há três anos. Como não via a mãe há algum tempo, a adolescente resolveu ir de ônibus até o Rio de Janeiro surpreendê-la na véspera do Dia das Mães.

"Ela estava bem ansiosa para a viagem, nós nos falamos ontem (sexta-feira) à noite. Eu ainda não acredito no que aconteceu. Assim que recebi a informação, liguei para os avós dela, que confirmaram a morte da Beatriz", lamenta Júlia.

Texto e imagem reproduzidos do site: g1.globo.com/espirito-santo

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Infonet completa 20 anos


Hotsite:

Infonet completa 20 anos.

A empresa genuinamente sergipana completa duas décadas em maio. Conheça um pouco dessa instituição que traz tecnologia e informação ao seu dia a dia.

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Publicado originalmente no Portal Indonet.

História da Infonet.

Em uma época em que internet era novidade, surgiu a Infonet. A empresa genuinamente sergipana foi criada em 1996, inicialmente, para produção de softwares. A Infonet rapidamente alcançou novos voos, tornando-se provedor e oferecendo, de forma pioneira, serviços de acesso à internet. Com a necessidade de veiculação de informações e novidades relacionadas à rede mundial de computadores, surgiu também o Portal de Notícias.

A Infonet foi o primeiro site de Sergipe a divulgar os resultados das eleições. Isso aconteceu em 1997, quando a empresa começou a consolidar sua atuação no desenvolvimento de sistemas web, através de uma parceria com o Banco do Estado de Sergipe (Banese) para o desenvolvimento de um dos primeiros internet bankings do país.

Em 1998, o portal divulgou, pela primeira vez, resultado do Vestibular da Universidade Federal de Sergipe (UFS), fato de grande relevância, já que, naquele tempo, a classificação era divulgada através de papeis colocados no mural da instituição.

No ano seguinte, a Infonet introduziu em seu conteúdo matérias especiais sobre São João e Imposto de Renda e passou a comercializar banners publicitários. Também foi lançado o serviço de construção e atualização de website aos seus clientes.

Em torno do ano 2000, vendo a dificuldade dos desenvolvedores de Software para construir sistemas utilizando as tecnologias de Internet, a Infonet decidiu construir uma plataforma de desenvolvimento de sistemas com foco em produtividade. Essa plataforma acabou servindo como base para o desenvolvimento de diversos sistemas em Sergipe e em outros locais do Brasil, como no Espírito Santo, no Distrito Federal e em São Paulo, tendo grandes empresas como clientes: Banese, Banco do Espírito Santo, Banco de Brasília, ABN Amro Bank, GBarbosa, Secretaria de Estado da Fazenda e Fanese, entre outras. No portal, o enfoque jornalístico foi ampliado, os espaços publicitários também ganharam destaque e foi iniciada a cobertura do Pré-Caju.

O serviço de acesso a internet banda larga (link dedicado) se fortaleceu em 2001 e proporcionou a seus clientes a opção de maior agilidade e velocidade no acesso a internet. A Infonet, mais uma vez em parceria com o Banese, desenvolveu um novo sistema de automação bancária revolucionária para a época, virando um case mundial no que se refere a servidores de aplicação interligados. Nesse período, o Portal Infonet começa a desenvolver hotsites de datas comemorativas.

A Infonet começa a oferecer serviços de Net Building,- serviço de banda larga para condomínios. Em 2002, com este serviço, o custo da banda larga diminuiu para os clientes. Nesta mesma época, o Portal começou a receber colunistas das mais diversas áreas e as contribuições dos seus textos.
O novo layout da Infonet foi modificado em 2005 e trouxe um foco maior para as notícias. O conteúdo jornalístico tornou-se ainda mais factual e dinâmico. Também foi lançada uma nova versão do iWorkplace, mais uma vez revolucionando o desenvolvimento para web.

Em 2008, o layout do portal foi novamente modificado. As editorias foram enxugadas, os espaços publicitários aumentaram e os Comentários e Classificados foram lançados. O Portal ampliou sua atuação como veículo de comunicação interagindo assiduamente com seus leitores. Também foram inseridos os infográficos.

De olho nas tecnologias, a Infonet criou em 2009 sua conta no twitter, espalhando em tempo real, e de forma objetiva, notícias publicadas no portal.

A empresa recebeu licença para operar em Telecomunicações e montou sua própria rede wireless em 2010. Com isso, os serviços de Net Building passaram a ser entregues diretamente da Infonet para o cliente. Vários outros serviços passaram a ser ofertados, a exemplo de interligação entre matriz e filiais através de VPLS.

Pioneira na tecnologia em Sergipe, a Infonet também deu um grande passo ao instalar uma torre na Zona de Expansão. A área, que antes era carente em serviços de informática, passou a ter a cobertura de internet ampliada.

Consolidada como referência no webjornalismo sergipano, a Infonet passou a oferecer um conteúdo mais dinâmico e interativo. Em 2011, novamente o Portal apareceu com novo layout, dando mais destaque às notícias, à publicidade, aos serviços e às seções de entretenimento.

Outro marco importante em 2001, foi a disponibilização do serviço de Cloud Computing ou Computação em Nuvem (CN), um conjunto de recursos virtuais que podem ser facilmente utilizados e acessados por usuários, como hardware, aplicativos e banco de dados, dispensando assim o uso de máquinas específicas para cada atividade dentro das empresas que utilizam algum destes serviços.

Neste período, os comentários no Portal passaram a ser autorizados automaticamente e os próprios leitores puderam decidir se suas postagens devem permanecer ou não. A página ainda ampliou a interatividade com os seus leitores por meio dos 'concordo' e 'discordo' nos comentários e das redes sociais. Também houve uma otimização para uso em celulares, tablets e demais aparelhos móveis.

As matérias especiais de Verão, Pré-Caju e Carnaval, que antes eram publicadas de forma separada, foram reunidas em um local só, o hotsite Verão Infonet. O conteúdo lançado em 2012, também envolvia as coberturas de Verão Sergipe e Projeto Verão, programação dos principais eventos da cidade, promoções e dicas de pontos turísticos.

Em 2013, a Infonet inovou mais uma vez e desenvolveu uma nova solução bancária contemplando os canais de atendimento ATM e Internet Banking, introduzindo uma nova arquitetura de sistemas que permite maior segurança e agilidade na disponibilização de novas transações, permitindo o monitoramento de todos os canais de forma pró-ativa, o agendamento de transações pelos clientes, contribuindo assim para ampliação de serviços e alavancagem de negócios.

Em 2014, o Portal Infonet usou o São João Infonet para introduzir as matérias de vídeos. No mesmo ano, a cobertura de vídeo foi ampliada para as notícias factuais. A maior competição de futebol do planeta, a Copa do Mundo, ganhou maior destaque no Portal Infonet.

A Infonet acompanhou de perto várias partidas da seleção brasileira, grandes clássicos e as surpresas do futebol mundial em todas as fases do torneio. Tudo foi retratado em um hotsite que trouxe galeria de fotos, tabela dos jogos, enquetes, histórico da seleção brasileira no mundial, lista de campeões, curiosidades, espaço para fotos dos torcedores e ainda o Blog da Copa, com análises e impressões do repórter sobre a maior competição do mundo.

Recentemente, em 2015, a Infonet criou uma conta no aplicativo whatsapp, ampliando, através deste novo canal, a colaboração dos leitores na redação. O Portal Infonet também ganhou um perfil no facebook. Com esta ferramenta, a notícia atingiu todos os tipos de público e os leitores ganharam mais um canal de contato com a redação.

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br/20anosinfonet

domingo, 1 de maio de 2016

A arte esquecida da memória

Foto da capa do livro.

Publicado originalmente no site g1.globo.com, em 01/05/2016.

A arte esquecida da memória.
Por Helio Gurovitz

Ninguém vive hoje sem Google, Facebook, WhatsApp e uma série de muletas digitais para ajudar nosso cérebro a lidar com a avalanche de informações do mundo contemporâneo. É inegável que ganhamos muito com a tecnologia. Mas sabemos o que perdemos? Em seu livro A arte e a ciência de memorizar tudo, tema de minha coluna desta semana na revista Época, o jornalista americano Joshua Foer ensaia uma resposta.

Em 2005, ele foi enviado para cobrir um campeonato americano em que os competidores eram obrigados a memorizar nomes, rostos, sequências de números, palavras aleatórias, poemas e cartas de baralho. Lá descobriu que os campeões não eram prodígios dotados de extrema capacidade intelectual, mas gente aparentemente normal, que se dedicava a uma esquecida arte milenar, conhecida como “palácio da memória”.

Foer se encantou pelo assunto, passou a dedicar-se às técnicas de memorização e, um ano depois, tornou-se, ele próprio, campeão americano. Em seu livro, ele afirma que, ao contrário da imagem de decoreba sem sentido, a memorização é uma atividade criativa, capaz de resgatar a concentração e a imaginação, numa era em que todos perdemos o foco. “Nossas memórias são quem nós somos”, escreve.

Texto e imagem reproduzidos do site: g1.globo.com

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Cão faz vigília há um mês por dono morto no Méier...




Publicado originalmente no site G1 Globo Rio, em 28/04/2016.

Cão faz vigília há um mês por dono morto no Méier, Zona Norte do Rio
Vizinhos adotaram animal e dividem gastos.

Cachorro tinha alertado moradores da vila no dia em que dono passou mal.

Anderson Dezan.
Do EGO no Rio.

Há um mês, um cão faz uma triste vigília no bairro do Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro, à espera de seu dono. O proprietário do cachorro Romerito morreu no início deste mês em decorrência de uma insuficiência renal, mas o animal segue no corredor do local onde vivia com ele.

Na última terça-feira (27), quando a equipe do G1 foi ao local, a vigília continuava. O caso já começa a ficar famoso nas ruas do bairro e, claro, mobiliza os moradores da vila onde vive o cachorro. 

Informalmente, eles adotaram Romerito e cuidam do simpático vira-lata. Os vizinhos têm dividido os gastos com ração e remédios, ainda que com dificuldade. Só um comprimido contra carrapatos custou mais de R$ 200.

“Agora estamos em busca de uma doação de uma casinha. O Romerito gosta de ficar no corredor e, como não tem cobertura, estamos preocupados com a temporada de chuvas”, diz Nilza Maria, uma das cuidadoras.

Os vizinhos contam que na manhã de um dia no mês de março o cachorro começou a uivar e latir ininterruptamente. No início da noite, já incomodados com a situação e estranhando a ausência do dono do animal, que cumprimentava os demais moradores ao retornar do trabalho, os vizinhos forçaram a porta da casa e entraram.

“O Guilherme estava caído no chão, com o Romerito ao seu lado. Quando me aproximei, ele tentou avançar em mim, como se quisesse proteger o dono. Os bombeiros tiveram que usar focinheira para fazer o socorro”, relembra Beto Jesus, outro vizinho que está cuidando do cão.

O dono do cachorro foi levado para um hospital e dias depois retornou. Para a tristeza de Romerito, horas depois, precisou ser internado novamente e nunca mais voltou. “Enquanto o Guilherme esteve internado, ele não parou de uivar e latir. Inacreditavelmente, só parou no dia que recebemos a notícia da morte”, conta Nilza.

Como o dono era solteiro e sem filhos, os vizinhos procuraram sobrinhas dele – suas únicas parentes no Rio – para entregar Romerito, mas elas alegaram que não ter espaço no apartamento em que moram. Deram, então, o cachorro para um morador de um bairro vizinho, mas animal fugiu duas vezes, sempre voltando à vila.

“Agora vive aqui. É mansinho e vai à rua sem coleira porque foi acostumado assim pelo dono, com quem ficou por dez anos. De vez em quando vai ao bar em que o dono trabalhava, que fica aqui perto. Quando retorna e encontra o portão fechado, late para a gente abrir”, diz Nilza.

Texto e imagens reproduzidos do site: g1.globo.com/rio-de-janeiro