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sexta-feira, 14 de agosto de 2026
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terça-feira, 5 de maio de 2026
Blog Cláudio Nunes - 20 anos
Jornalismo rigoroso é o antídoto contra o veneno da desinformação
Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” (Cláudio Abramo).
Ontem, 04, por conta do texto de 20 anos do Blog, foram várias mensagens e alguns textos. Um deles, do leitor Marcelo Godoi, além da ênfase na defesa do estado democrático de direito foi – pela interpretação deste jornalista – reforçou a grandeza da trajetória deste pequeno espaço na luta em defesa da democracia, da liberdade de expressão e de um jornalismo comprometido com a verdade.
Por Marcelo Godoi, cidadão e leitor:
A democracia brasileira, historicamente jovem e conquistada a duras penas, frequentemente se depara com o reflexo de seu próprio passado. Os “tempos sombrios” — marcados por ecos de autoritarismo, censura e supressão de garantias fundamentais — não são apenas capítulos encerrados nos livros de história. Eles ocasionalmente assombram o presente, testando a resistência de nossas instituições e lembrando-nos de que a liberdade política é um projeto contínuo, não um estado definitivo.
Em uma estrutura que ainda carrega fragilidades, essas ameaças muitas vezes se manifestam sob novas roupagens. Elas se alimentam da polarização extrema, do enfraquecimento do debate público e, sobretudo, da desinformação. Quando as instituições são atacadas não com o intuito de aprimorá-las, mas de deslegitimá-las, a democracia se vê novamente caminhando sobre o gelo fino. A imprensa atua como um farol contra as sombras. Sua missão central não é confortar o poder, mas sim iluminar seus cantos escuros, expor as contradições, fiscalizar os atos públicos e garantir que os cidadãos tenham acesso a fatos verificados. Em tempos onde a mentira é industrializada e viaja na velocidade de um clique através de algoritmos, o jornalismo rigoroso é o antídoto contra o veneno da desinformação.
Contudo, os que flertam com o autoritarismo sabem disso e, por essa razão, a própria imprensa se torna um alvo preferencial. Campanhas de difamação, agressões a jornalistas e tentativas sistemáticas de descredibilizar veículos de comunicação são táticas clássicas de quem teme a transparência. Tentar calar os mensageiros é o primeiro passo de quem deseja reescrever a realidade sem ser contestado.
Refletir sobre o momento atual exige reconhecer que defender a liberdade de imprensa é defender a linha de frente da própria democracia. A responsabilidade do jornalismo é imensa — ele deve ser plural, ético e implacável na busca pela verdade factual —, mas o dever de protegê-lo pertence a toda a sociedade. A democracia não sobrevive no escuro, nem prospera no silêncio. Ela exige vigilância constante. As sombras do passado sempre tentarão encontrar brechas para retornar, mas, enquanto houver jornalistas como vossa senhoria, Reinaldo Azevedo, Leandro Demori, entre outros dispostos a investigar, averiguar, denunciar, opinar, bem como, jornais livres e espaços como o ICL para publicar e uma sociedade que valorize a verdade, a democracia brasileira, mesmo com todas as suas cicatrizes e fragilidades, terá a luz necessária para continuar existindo.
Texto e imagem reproduzidos do site: infonet com br
sábado, 20 de janeiro de 2024
DIA NACIONAL DO FUSCA > 20 de janeiro
Legenda da foto: Reprodução do site 'rotavidros', postada para simples ilustração.
Publicação compartilhada do site DESTAQUENOTÍCIAS, de 20 de janeiro de 2024.
Hoje é o Dia Nacional do Fusca.
Por Marcos Camargo Jr, do site R7.
O último suspiro do Fusca foi a série ouro com 1500 unidades.
O fusca é um dos carros mais queridos da indústria nacional e também o primeiro clássico. Sua produção foi iniciada em 20 de janeiro de 1959 data em que comemoramos o dia Nacional do besouro. Dentro da Garagem Volkswagen, que reúne clássicos da marca, muitos deles preservados desde zero km, algumas evoluções marcam a história do Volkswagen sedã.
A Volkswagen mantém três fuscas interessantes em seu acervo. Um modelo última série na cor vermelha fabricado em maio de 1986 retirado da linha de produção para compor o acervo. Também mantém um fusca Cabriolet fabricado em 1996 e que teve apenas quatro unidades produzidas nesta configuração Além dele, o mais interessante, é o primeiro Fusca Itamar produzido em 1993. Aliás, foi nele em que o ex-presidente Itamar Franco desfilou quando foi visitar a fábrica da Volkswagen em São Bernardo para conferir de perto a retomada da produção do carro.
Voltar a produzir o Fusca não foi apenas uma decisão administrativa. Ela envolveu todo o time de engenharia da Volkswagen para reaver um maquinário, o ferramental, os ajustes e muitas peças que já haviam sido vendidas a outros fabricantes há anos atrás.
“Tivemos que recontratar alguns funcionários que já não faziam parte da nossa equipe que trabalharam décadas na produção do Fusca, profissionais que sabiam abrir desenhos em pranchetas e ajustar o maquinário para que o fusca pudesse voltar a ser produzido“, disse André Drigo, gerente de produtos da marca e também responsável pelo acervo da garagem Volkswagen.
Características do modelo 1986
Embora ainda fosse um modelo antiquado para a década de 80 sobretudo após o início e o advento da linha gol, Voyage, Parati e Saveiro, o Fusca ainda tinha clientes cativos e vendia muito bem na metade dos anos 80. No entanto o início das primeiras regras de segurança e emissões levaram a uma tomada de decisão por abrir mão de sua produção ainda feita em um processo manual para produtos mais modernos.
O Fusca 1986 representa as últimas evoluções mecânicas do besouro. Tinha motor 1600 boxer refrigerado a ar com 65cv, alimentado por dois carburadores, ignição eletrônica, freios a disco, e uma padronagem que já era bem atualizado em relação aos primeiros modelos do final dos anos 1950. Tinha painel revestido em plástico preto, o volante usado na linha do Gol, instrumentação mais moderna, novos bancos mais anatômicos e mais largos.
O exemplar guardado tem motor 1600 alimentado a etanol e já com tanque de partida a frio e um botão local localizado à esquerda do painel para injeção de gasolina. Mas sem dúvida uma das peças mais interessantes do acervo é o fusca 1993 que marca o reinício da história do besouro no Brasil. Aquela altura já haviam 13.000 pedidos de clientes esperando para receber o seu fusca novo na garagem. e ele de fato receber uma série de aprimoramentos mecânicos e de itens de série.
Pára-choques metálicos
O Fusca Itamar tinha visual com pára-choques metálicos pintados na cor do veículo e revestidos com um amplo borrachão, pneus radiais, friso lateral e sistema de faróis duplos. Por dentro pagem de revestimento era na cor cinza, tendência da época. O painel tinha revestimento cinza e com mais instrumentos com formato oval e o volante também era o mesmo do Gol dos anos 1990.
Mecanicamente, o Fusca Itamar tinha alguns aprimoramentos interessantes mas, lamentavelmente, não recebeu alimentação por injeção eletrônica, algo que o modelo fabricado no México até 2003 já oferecia. Ele tinha o mesmo motor 1600 Boxer porém Com 57cv de potência, a adição de um catalisador para filtrar gases poluentes, pneus radiais para maior conforto, Novo sistema de velas e também sistema elétrico de maior potência.
O último suspiro do Fusca foi a série ouro com 1500 unidades produzidas marcando finalmente a despedida do carro do mercado brasileiro. Seja como for guardar dezenas de exemplares em uma garagem é um feito notável em prol da história da própria indústria automobilística brasileira.
Texto reproduzido do site: destaquenoticias com br
domingo, 17 de outubro de 2021
Charge de Zé Dassilva - finalista Prêmio Vladimir Herzog
Publicação compartilhada do Portal MAKINGOF, em 15 de outubro de 2021
Charge de Zé Dassilva para NSC é finalista do Prêmio Vladimir Herzog
Reprodução/NSC
A charge do Zé Dassilva "Trânsito pesado" é finalista do 43º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria Arte. O trabalho foi publicado para as edições impressas do Diário Catarinense, Santa e A Notícia, da NSC, no dia 27 de junho. A charge leva o título “Trânsito pesado” e aborda as motociatas com apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.
Os finalistas da 43ª edição foram anunciados ontem, 14. A premiação reconhece e valoriza trabalhos que abordem temas relacionados à Democracia e aos Direitos Humanos. Os selecionados concorrem em sete categorias: Arte, Fotografia, Produção jornalística em texto, Produção jornalística em vídeo, Produção jornalística em áudio, Produção jornalística em multimídia e Livro-reportagem.
A divulgação dos vencedores acontecerá amanhã, 16, em sessão pública de julgamento transmitida ao vivo no canal do prêmio no YouTube. A tradicional roda de conversa com os vencedores será em 24 de outubro, das 17h às 19h, em formato online, e a solenidade de premiação, um dia depois, em 25, das 20h às 21h30, no mesmo canal.
Texto e imagem reproduzidos do site: portalmakingof.com.br
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